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Inteligência Sensório-motora 

A inteligência segundo Piaget 

Adaptação ao meio : 

- Os animais – evolução biológica (filogênese);

 

- Os seres humanos – processo ativo do desenvolvimento ontogenético, baseado mais cultural que biologicamente (evolução social ). 

Conduta humana: de acordo com esquemas de ação ou de representação adquiridos a partir de suas experiências individuais no meio ambiente.

Coordenadas em função de metas intencionais

 

         Inteligência 

Formando níveis de conhecimento diferentes 

Inteligência 

 

 
coordenações

Protegem-se de mudanças ambientais,

Estrutura Intelectual 

OU

e mudança na organização 

 

assimilação

adaptação

acomodação

Assimilação deformante = assimilação ‘forçada’

Ex: Galileu – defendeu concepções geocêntricas

na astronomia – diferente do mundo.

Equilíbrio da estrutura intelectual

As acomodações permitem a assimilação da experiência, sem modificar a estrutura em si.

Equilíbrio transitório 

Experiência nova assimilada adaptação

Não assimilada perda do equilíbrio

Processo da acomodação

Reestruturação – equilíbrio superior (assimilação da experiência conflitiva)

Equilibração maximizadora 

 

 
Estágios do desenvolvimento Intelectual

(Piaget)

  1. Estágio Sensório-motor (0-2 anos)

- conduta intencional;

2) Estágio Pré-operatório (2-7 anos) 

3) Estágio das operações concretas (7-11 anos) 

 4) Estágio operações formais (adolescência)   
O Nascimento da Inteligência 

Sensório-motor sentidos e ações

 

Esquemas = modelos de comportamento repetíveis, generalizáveis e aperfeicoáveis. 

Reação circular = segmento de conduta que o bebê associa a uma conseqüência que tenta reproduzir repetindo tal conduta. 

Repetição necessário para o domínio da consolidação dos esquemas.

Constâncias na ação

 

 

Reações Circulares 

Prazer funcional esquema motor consolida  

- coordenações de esquemas inicialmente ao acaso, mas associados ao meio físico e social.

      Para prolongar

- coordenação flexível de esquemas secundários, experimentando novos meios que levam a um efeito desejável. 

relações de “ver o que acontece”

causalidade e

conduta intencional

Subestágio 1 (0-1 meses)

Exercício dos reflexos inatos 

- simples – espirro ou

- complexo – salivação, sucção, etc.; 

 

através do esquema de ação reflexa

influência diversificadora do meio 

o-chupável-que-alimenta sucção/deglutição 

O-chupável-que-não-alimenta sucção apenas 

 

Subestágio 2 (1-4 meses)

Primeiras adaptações adquiridas

e a reação circular primária 

 Fenômeno pré-imitativo – contágio condutual

Imita quando a conduta a ser imitada

já existe no repertório do bebê

(adulto repete vocalização já emitida pelo bebê) 

(o reflexo assimila completamente o novo, não reconhecendo a assimilação ou a acomodação) 

 

- assimilação (repetição cumulativa; o novo assimilado ao antigo sendo generalizado a outros objetos, estabelecendo a diferenciação);

Subestágio 3 (4-8 meses)

Reação circular secundária 

       para o movimento o bebê se agita, balbucia, mexe as pernas

 

Solicitando que reinicie o movimento

Reconhecimento motor = a criança associa um objeto particular a um esquema de ação concreto.

Relação entre conduta e meta 

Subestágio 4 (8-12 meses)

Esquemas secundários aplicados

a relações meios-fins 

Agarrar um boneco

Retirar um obstáculo entre ele e o boneco 

Erro do subestágio 4 = repetir a ação quantas vezes for necessário (falta a mobilidade necessária para lidar com o objeto). 

Subestágio 5 (12-18 meses)

Relações Circulares terciárias 

Ex: ancinho - descobrir a função

de aproximar objetos

Estruturação das relações objetais no espaço e

Noções de causalidade mais realistas
Exs: bola desaparece embaixo da mesa

Procura-se embaixo da mesa e arrastar um

não embaixo do sofá guardanapo

alcança objeto sobre ele 

Subestágio 6 (18-24 meses)

Invenções de novas combinações de esquemas a partir de suas representações 

 
Como são (percepção)
 
objetos

o que pode ser feito com ele

(plano motor) 

Brincar com uma caixa “como se”como se fosse um carro.

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